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25 janeiro 2010

Espetáculo "O Vendedor de Palavras" está no Prêmio Açorianos

Caríssimos leitores,

A maravilhosa adaptação para o teatro da minha crônica "O Vendedor de Palavras" está rendendo cada vez mais frutos.

O espetáculo encenado pelo grupo portoalegrense Mototóti foi indicado para disputar o Prêmio Açorianos nas categorias: "Melhor Dramaturgia" e "Melhor Direção".

O Açorianos é uma premiação da Prefeitura de Porto Alegre destinada à produção artística local.

Torçam os dedos!

O espetáculo ficou um primor, e vamos tentar trazê-lo para o Estado de São Paulo este ano!

bjs,

Fabio

24 novembro 2009

"O Vendedor de Palavras" completa 50 apresentações!

Queridos leitores, o espetáculo teatral "O Vendedor de Palavras" completou no último sábado a maravilhosa marca de 50 apresentações!

A peça, baseada na crônica deste humilde blogueiro segue fazendo sucesso no sul do Brasil, abrindo feiras literárias e arrasando no Brique da Redenção, na capital gaúcha.

A apresentação comemorativa de sábado mereceu até uma bela crítica da jornalista Helena Melo, que narrou a inefável experiência de assistir em seu blog Palcos da Vida e a reproduzo abaixo:

O Vendedor de Palavras: o conforto de um bom espetáculo
Teatro de rua, a princípio, não é confortável. Pode ser ótimo, pode ser divertido, mas confortável, não é. Porém, de nada adianta estar na melhor poltrona do teatro perfeito se o espetáculo não presta. Vamos acabar dando a qüinquagésima olhada no lustre para nos distrairmos. Aliás, era este o número de apresentações de O Vendedor de palavras, espetáculo de rua a que fui assistir no Parque Farroupilha.

Para mim, estar ao livre é sinônimo de liberdade. É verdade que em Porto Alegre não é fácil o clima não atrapalhar. Se não é a chuva, é um calor úmido bem desagradável. Pior ainda para os atores que até o último minuto não sabem se vai ser possível apresentar o espetáculo. Mas eles estavam lá. E, diferente do que eu imaginara, com cenário a ser montado. Poucas coisas, mas com uma característica que eu aprecio muito: objetos que se transformam em outros. Então, em poucos minutos estávamos olhando para uma estante cheia de livros que iria se transformar em um píer. Outros pequenos detalhes e as cenas estavam completas.
O nome do espetáculo, para mim que sou jornalista, já me atraia muito. Atiçava minha curiosidade. Haveria um jeito de pagar minhas dívidas só com palavras? Não precisaria ser contratada por uma grande empresa? Ser escritora? Bem, teria que pagar para ver, quer dizer, neste caso, só ficar para ver já que não cobravam nada. A peça é baseada na crônica de Fábio Reynol, jornalista também. Provavelmente por isso eu tenha gostado da idéia.
Levei o afilhado de minha irmã comigo. Ele não tem ainda o hábito de ver teatro, então, me perguntou quando começaria o show. Eu expliquei que não era um show. Que era um espetáculo. Uma palavra que também serve para show. Mas que nós íamos ver uma peça. É... usar as palavras não é assim tão fácil. Ainda mais, quando logo no início, um dos atores fala justamente que vai fazer um “show de teatro”. Fui desmentida.
O Vendedor de palavras começa com certa improvisação, chamando o público com música. Uma melodia agradável e comunicativa. Aos poucos vai sendo contada a história. Uma? Não várias. A dos avós, a dos pais e a do menino protagonista e sua amada. Dois atores fazem todos os personagens: Carlos Alexandre e Fernanda Beppler. E é um prazer ver que nenhum se destaca. Ambos são ótimos em cena. Confesso que me divirto muito com o sotaque alemão da Fernanda. Com certeza não é fácil manter esta fala diferenciada de um jeito tão bem feito, ainda mais quando se faz mais de um personagem. Já conhecia Carlos Alexandre da Comédia dos Erros, então, quando o vi, sabia o que podia esperar. Seus personagens são carismáticos e convincentes. Desculpem. Não sei falar de atuação sem usar adjetivos. Talvez, se eu pudesse comprar algumas palavras... Pronto! Nem achei clientela para vender as minhas e já estou pensando em comprar! Era só no que eu pensava quando começaram a oferecer o significado de “histriônico” a cinqüenta centavos. Claro que eu queria. Ainda bem que lá pelas tantas do espetáculo a palavra foi revelada. Por isso, passo adiante também de graça. Histriônico é engraçadinho!
As mudanças de figurino acontecem diante de nós. Nem por isso, eles deixam de nos convencer. Ao contrário. Todos os personagens estão definidos. São divertidos e inteligentes. Preciso dizer que adoro esta combinação. Algo que faça rir e pensar ao mesmo tempo, não é perfeito? E é justamente o que fazem algumas falas como: “Por que eu sozinho vou ler para o mundo se o mundo inteiro pode ler sozinho?”
A coordenadora do Instituto Estadual de Artes cênicas, Rosa Campus Velho, estava lá e agüentou firme os 40 minutos de espetáculo. Espero que ela tenha achado que valia a pena. Eu saí com uma palavra a mais e com certeza muito mais pensamentos. Bom, acho que devo dizer que histriônico pode ser também bobo, ridículo, comediante, charlatão...Desta vez, vou doar as minhas palavras, mas na próxima...
O vendedor de palavras é o primeiro espetáculo do Grupo Mototóti e foi contemplado com o Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2008 – Ministério da Cultura.


Concepção e Atuação: Carlos Alexandre e Fernanda Beppler
Direção: Arlete Cunha
Dramaturgia: Rodrigo Monteiro
Trilha Sonora Original: Fernanda Beppler
Cenografia: O Grupo com a colaboração de Zoé Degani
Máscaras e Boneco - criação e confecção: Paulo Martins Fontes e Eduardo Custódio
Figurinos: Coca Serpa
Desing Gráfico: Carlos Alexandre
Produção e Realização: Grupo Mototóti

26 junho 2009

Vendedor de Palavras em Gravataí - RS

No dia 20/06, o Mototóti levou o espetáculo teatral "O Vendedor de Palavras" para a escola Rosa Maria, em Gravataí, Rio Grande do Sul, local onde o roteirista da peça, Rodrigo Monteiro, estudou e lecionou.
Veja no blog do Mototóti.

02 junho 2009

"O Vendedor" abre Seminário de Leitura


O espetáculo teatral "O Vendedor de Palavras" abriu o 9º Seminário Estadual Leitura Levada a Sério realizado no SESC Ijuí no Rio Grande do Sul.
Foi na quarta-feira, dia 27 de maio no Teatro do SESC, e foi prestigiado pela imensa comunidade italiana da cidade.

"O Vendedor de Palavras" é uma produção do grupo de teatro Mototóti de Porto Alegre (RS) e foi inspirada na crônica homônima deste blogueiro.

19 maio 2009

Critica do espetáculo "O Vendedor de Palavras"

Eis uma crítica publicada no blog Crítica de Ponta, sobre o espetáculo teatral O Vendedor de Palavras, produzida pelo grupo gaúcho Mototóti que se baseou na minha crônica homônima.

Crítica de Ponta

Para os interessados, o espetáculo continua em cartaz em Porto Alegre durante este mês sempre na Redenção (Parque Farroupilha) aos sábados (chafariz) e domingos (em frente à igreja Santa Terezinha).

Eu assisti. É simplesmente lindo!

01 maio 2009

O Vendedor de Palavras - Temporada de maio


Se você ainda não assistiu ao espetáculo teatral "O Vendedor de Palavras" esta é a sua chance. Durante os fins de semana de maio, o grupo Mototóti vai apresentar a peça no Brique da Redenção, Porto Alegre (RS). Apareça e compre uma palavra. A entrada é franca!

02 abril 2009

Palavras que se espalham

Imagens da estreia em Porto Alegre, 22/03/09 (Fotos da Tiemy, amiga do Ro)

A gente não imagina até onde uma idéia pode chegar. Quando eu terminei de escrever a crônica "O Vendedor de Palavras", em 2006, sabia que ali estava algo especial. De fato essa pipa voou sozinha, atravessou o Brasil, cruzou o oceano, criou leitores e espalhou sementes pelo planeta. Muitas delas caíram em terras gaúchas e uma em particular despertou uma recriação da história através do grupo de teatro Mototóti.

Hoje recebi esta notícia (
A Notícia) direto do oeste catarinense. O espetáculo teatral "O Vendedor de Palavras" está sendo utilizado para incentivar a leitura entre crianças e adultos. Cada pessoa que adquirir palavras movida por essa história estará fazendo uma revolução iniciada despretensiosa numa manhã de sábado de 2006.

Estou sem palavras...



24 março 2009

"O Vendedor de Palavras" abre a Feira do Livro de Joinville

Queridos leitores deste nobre diário,

Com palavras adquiridas a preços populares, vos comunico que o mercado varejista de palavras não conhece crises financeiras e apresenta uma forte alta em todo o Brasil.

Na sugestiva data de 1° de abril, o espetáculo teatral "O Vendedor de Palavras" abrirá oficialmente a Feira do Livro de Joinville. Para que todos vejam que não é conversa de vendedor, segue o link do evento catarinense:

http://www.institutofeiradolivro.com.br/programacao.php

O espetáculo é interativo e transmite um forte incentivo à leitura, o que fez Joinville colocá-lo na comissão de frente da programação de sua feira literária. Aguardem, FLIPs, Bienais e Feiras de Frankfurts! "O Vendedor" vai lhes mostrar com quantas palavras se faz um livro!

Agenda de apresentações da peça
"O Vendedor de Palavras":
24 de março às 16h - Paranaguá, PR.
25 de março às 9h30 - Pontal do Paraná, PR.
26 de março às 9h30 - Antonina, PR e às 15h - Morretes, PR.
28 de março às 11h - Ponta Grossa, PR.
1° de abril às 9h15 - Joinville, SC - Abertura da Feira do Livro.

22 março 2009

"O Vendedor de Palavras": estreia regada a chimarrão


Do paralelo 30 - Eis uma cena que só poderia ter surgido na terra de Mário Quintana. Ao meio-dia de 22 de março de 2009, um bando de loucos pôs-se a vender palavras rivalizando com as banquinhas da maior feira de artesanato de Porto Alegre, o Brique da Redenção. Ao som do acordeão e do bandolim, uma canção chamou os fregueses para a banca de palavras. Foi a estréia do espetáculo teatral "O Vendedor de Palavras", montado pelos gaúchos Fernanda Beppler e Carlos Alexandre do grupo Mototóti e inspirado na crônica homônima de minha autoria. Uma freguesia interessada rodeou a apresentação com garrafas térmicas e cuias de chimarrão e arrematou lotes de palavras além de muitas risadas.

Não posso deixar de agradecer o carinho do público gaúcho que depois de prestigiar o espetáculo me cercou para que eu fizesse dedicatórias no livro "O Vendedor de Palavras".

Agradeço em especial à professora de Tradução Susana Termignoni, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que me presenteou com o seu livro "Fare come l'asino del pentolaio: Cem expressões idiomáticas italianas para brasileiros". A turma da professora Susana fez uma versão em italiano da crônica "O Vendedor de Palavras", que ficou "troppo bella", de acordo com meus amigos ítalo-parlantes, "Il venditore di parole".

Também não me esqueço da disposição do nosso amigo Fabiano que foi um magnífico guia turístico e nos acompanhou, nos transportou e nos guiou com uma super-boa-vontade durante a nossa estadia em terras gaúchas.

Para encontrar o livro
Após o espetáculo, algumas pessoas me perguntaram como poderiam adquirir o livro "O Vendedor de Palavras" posteriormente. Ao pessoal de Porto Alegre deixei um lote com o grupo Mototóti que, durante o mês de maio, vai fazer apresentações semanais nos fins de semana no Brique. O Mototóti vai vender o livro após cada apresentação. Para os que quiserem uma dedicatória, podem entrar em contato comigo por e-mail, o valor do frete fica menos do que cinco reais.

06 março 2009

Contagem regressiva para o espetáculo

Está chegando a hora! No dia 22 de março de 2009, dia previsto por Nostradamus como um marco para a dramaturgia pré-apocalíptica, Marte vai alinhavar com Saturno, e Urano vai furunfar com Vênus e cá na Terra estreia "O Vendedor de Palavras - o Espetáculo".

Nesse dia, diariotribalistas do mundo inteiro voarão para o sul para se acasalar e apreciar a peça encenada ao ar livre, no Brique da Redenção, Porto Alegre (RS), Brasil. O espetáculo começa ao término das 12 badaladas diurnas.

A matéria acima é do jornal gaúcho Correio do Povo e conta a história da montagem do espetáculo e do grupo Mototóti que está fazendo uma primorosa produção com figurinos, máscaras, um belo cenário e uma trilha musical composta especialmente para o show. O roteiro está belíssimo. A história ganhou um romance e traz várias brincadeiras com a literatura e com as palavras. Simplesmente imperdível!

Rachem o querosene dos jatinhos, os pedágios (para os que forem de van) ou aproveitem as promoções da Gol, da Tam e da Azul. Grupos têm descontos especiais.

Quero ver todos vocês lá!

P.S.: Na foto do jornal entre o bandolim de Carlos e o acordeão de Fernanda está "O Vendedor de Palavras", livro finalista do "Prêmio Cácado" na categoria deboche e que contém a crônica que deu origem ao espetáculo.